Sada Cruzeiro se sagra penta da Superliga nos braços da torcida de BH

Por Saque Viagem - 07/05/2017 - 12h17 - São Paulo

Um ginásio todo a seus pés. Um grito todo seu. Uma festa pronta para mais um título do time mais vitorioso do País. E do mundo. Neste domingo (7), em Belo Horizonte (MG), o Sada Cruzeiro viveu mais um daqueles dias para preencher o livro de conquistas. Contra uma Funvic Taubaté que só valorizou a decisão da edição 2016/17, a superequipe de Marcelo Mendez se tornou pela quinta vez campeã brasileira.
 
E foi uma vitória com a marca da Raposa: teve a genialidade de William, a regularidade de Filipe e Serginho no fundo de quadra, a agressividade de Simon e Evandro, os saltos firmes de Isaac e o brilho de Leal. Com o conjunto todo funcionando bem, os cruzeirenses anotaram 3 sets a 1 (25/22, 25/22, 18/25 e 25/19) para fazer surgir a quinta estrela amarela na camisa. Aos taubateanos, ficou o consolo de um resultado histórico em uma decisão de altíssimo nível.   
 
 
Sada Cruzeiro fez 3 a 1 sobre o Taubaté na decisão (Foto: CBV/Divulgação)
 
 
O Mineirinho, como era de se esperar, ficou todo tingido de azul para a decisão entre Sada e Taubaté. Era a atmosfera perfeita para o pentacampeonato dos mineiros. Só precisava avisar ao Taubaté, que entrou em quadra com disposição de sobra para fazer história. Com a vontade do título, os dois lados jogaram colados no placar no primeiro set.
 
Porém, uma sequência de Leal pelo saque fez a Raposa ganhar massa muscular no momento mais importante da parcial: na reta final. O Taubaté, com dificuldade no passe, não conseguiu mais acompanhar os rivais, vitoriosos em 25 a 22. A derrota não serviu de lição para o Taubaté, que viu a história se repetir no segundo set. E o placar adverso também.
 
Mas era final de Superliga. Era o jogo mais importante da história da equipe do Vale do Paraíba. Disposto a fazer diferente no terceiro set, o time de Cezar Douglas abriu uma distância confortável, a ponto de Marcelo Mendez ter que queimar um tempo. Os paulistas, no entanto, mantiveram a concentração. E seguiram tão bem que fecharam em 25 a 18, após um ace poderoso de Éder.
 
Levar o jogo para o tie-break era o objetivo do Taubaté. Objetivo que ficou cada vem mais difícil a cada saque que entrou do lado da Raposa no quarto set. Ou a cada contra-ataque bem convertido por Leal, um verdadeiro monstro no jogo do título. Wallace, do outro lado, chamou a responsabilidade para si com bons ataques e saques.
 
Nas arquibancadas, a torcida taubateana - presente em bom número em BH - voltou a ficar esperançosa. Mendez, ciente da qualidade dos adversários, precisou parar de novo a partida. Na volta ao palco, o Sada mostrou que não é tão campeão por acaso. Por 25 a 19, a Raposa se tornou pela quinta vez o melhor time do País.
 
 
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